Três perguntas para Heloisa Seixas

Oitavo Selo_231014_003A escritora Heloisa Seixas está lançando um novo livro para jovens, O amigo do vento (Moderna), e também voltou aos Contos Mínimos, histórias que formavam uma coluna que escreveu a partir de 1997 com grande sucesso. Aqui ela fala um pouco sobre os projetos e sobre sua participação, ao lado do marido Ruy Castro, na Bienal do Livro Rio, que começa nesta quinta-feira.

SM – Como é o novo livro que você está lançando?

HS – O amigo do vento é uma seleção de contos e crônicas escritos por mim, geralmente em jornais ou revistas (a revista Domingo, do Jornal do Brasil, onde eu fazia os Contos Mínimos, e a revista Seleções, para a qual colaborei durante alguns anos também). A ideia surgiu a partir de um encontro que tivemos com a diretora da Moderna, Maristela Petrili, na Flip do ano passado. Ela me convidou, a mim e ao Ruy Castro, para fazermos livros com seleção de textos voltados para o público jovem e que pudessem ser usados em sala de aula. Gostamos da ideia e o resultado foi, de minha parte, O amigo do vento e da parte do Ruy, A melancia quadrada. Os livros têm capas com um colorido parecido e formam um par, pois ambos trazem reflexões sobre tecnologia, vida moderna, comportamento, literatura.

SM – Recentemente, você voltou a publicar os Contos Mínimos, que fizeram tanto sucesso no jornal, agora no seu blog. Qual a sua expectativa nessa nova mídia?

HS – Estou recomeçando. Sempre senti muita falta e, em todos os lugares aonde vou, sempre tinha alguém me falando dos Contos Mínimos e perguntando quando eu ia voltar a escrever. Tenho um site, mas ainda relutava um pouco em entrar para o Facebook, mas acabei sucumbindo à ideia. E foi uma surpresa: em poucos dias, já tinha mais de mil “amigos”. É realmente um fenômeno e acho que ninguém pode ficar distante dessas novas tecnologias. Aproveitando que tinha acabado de reformular meu site (www.heloisaseixas.com.br), decidi recomeçar a fazer os Contos Mínimos, semanalmente. É bom, porque, sendo semanal, é preciso disciplina. É bom para manter a forma.

SM – Você estará na Bienal do Livro, ao lado do Ruy Castro. Como será essa conversa?

HS – Estaremos, sim, juntos no Café Literário da Bienal, no sábado dia 12 de setembro, às 15h30. A conversa será sobre o Rio, sobre essa paixão que é ser carioca. Mas não tenho dúvida de que vamos falar também sobre meu último livro, O oitavo selo, já que o personagem principal do livro é o próprio Ruy Castro (o livro é um quase romance) e a história gira em torno dos confrontos dele com a morte.

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