Os livros da vida de Marinho Piacentini

FOTO BLOGO dramaturgo e romancista Marinho Piacentini, autor de 13 peças, está lançando o terceiro romance, Doce alquimia (Miró). É uma trama policial que tem como pano de fundo um veneno alucinógeno, à base de papoula, que transforma o ato de morrer em uma intrigante viagem imaginária. Aqui, ele fala sobre os livros que o marcaram.

SM – Qual o primeiro livro do qual você tem lembrança?

MP – Não me lembro qual foi o primeiro. Lembro sim que meus pais compraram a coleção completa do Monteiro Lobato. Lembro que a gurizada da vizinhança, brincava de encenar O Sítio do Pica-Pau Amarelo. É claro que eu sempre queria ser o Pedrinho.

SM – Que livro mais marcou a sua vida?

MP – O romance intitulado Shogun, de James Clavel, mais de 900 páginas, devorei em cinco dias. O livro oferece um mergulho na cultura japonesa tradicional, o que pra mim, não só ampliou meus horizontes culturais como abriu meus olhos para maior aceitação de diferenças comportamentais. Neste sentido, foi também libertador, ensinando que os valores são relativos, onde a noção de certo ou errado é circunstancial.

SM – O que você está lendo agora?

MP – Atualmente leio Philip Roth, seu último romance, Nêmesis. Não apenas o leio, mas estudo, para captar a liberdade que ele desfruta ao escrever.

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