Cantinho da leitura

13850_gEmbalada por muitas xícaras de café, a roqueira Patti Smith mergulha mais uma vez na literatura, em Linha M (Companhia das Letras). Ótima literatura, diga-se de passagem. Sentada à mesma mesa do mesmo café em Nova York, que aliás estampa a capa do volume, ela vai rabiscando suas memórias. Se Só garotos tratava dos anos 1960 e 70, desta vez Patti vem de forma dolorosa narrar seus dias solitários após as perdas do marido e do irmão. Vai registrando impressões sobre o presente, mas também volta ao passado, lembrando a infância, a adolescência e os primeiros tempos da vida de casada com o guitarrista Fred Sonic Smith, e discorre sobre suas leituras, como 2666, do chileno Roberto Bolaño, e Crônica do pássaro de corda, do japonês Haruki Murakami, não publicado no Brasil, além de Jean Genet, Sylvia Plath e Rimbaud. O livro traz ainda uma série de fotografias Polaroid tiradas pela cantora-escritora, mais uma de suas paixões. Patti Smith também tem dois livros de poesia, Babel e Auguries of innocence.

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