Os livros da vida de Antonio Prata

antonio-prataRoteirista de TV (foi um dos colaboradores da novela A regra do jogo) e cronista, mantendo uma coluna desde 2010 na Folha de S. Paulo, Antonio Prata está lançando uma reunião de suas crônicas, Trinta e poucos (Companhia das Letras). O título, por sorte, remete à idade do autor, tema de um dos textos – e não ao número de textos, que, para deleite do leitor, são 78. Aqui, Prata fala de seus livros mais marcantes.

SM – Qual o primeiro livro do qual você tem lembrança?

AP – Acho que são os volumes marrons da Enciclopédia Mirador que eu usava para fazer estradas e pontes para os meus carrinhos. Depois vieram as revistinhas da Turma da Mônica. Depois livros infantis.

SM – Que livro mais marcou a sua vida?

AP – Acho que foi A lua vem da Ásia, do Campos de Carvalho. Começa com “Aos 16 anos matei meu professor de lógica alegando a legítima defesa. E qual defesa poderia ser mais legítima?”. Li mais ou menos aos 16, quando a adolescência estava no auge, eu compreendia o absurdo das coisas e de certa forma também matava meus professores de lógica.

SM – O que você está lendo agora?

AP – Além de livros infantis pros meus filhos, a série “Minha Luta”, do norueguês Karl Ove Knausgård.

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