Os livros da vida de Raphael Montes

03686_ggAos 26 anos, o escritor, colunista do jornal O Globo e roteirista Raphael Montes já tem quatro livros publicados, todos sucesso: Suicidas, Dias perfeitos, O vilarejo e Jantar secreto. Neste thriller, lançado no fim do ano passado, um grupo de jovens deixa uma pequena cidade no Paraná para viver no Rio de Janeiro e, para pagar as contas, promove jantares exclusivos cujo cardápio é carne humana. Aqui, o autor fala um pouco sobre suas leituras.

SM – Qual o primeiro livro do qual você tem lembrança?

RM – Um estudo em vermelho, do Conan Doyle, foi o primeiro livro que li por prazer, indicação de minha tia-avó, Iacy. Virei a noite lendo, fascinado com a história e, a partir dali, me tornei um leitor compulsivo.

SM – Que livro mais marcou a sua vida?

RM – O caso dos dez negrinhos, de Agatha Christie – hoje, publicado como E não sobrou nenhum. Foi esse livro que me fez querer ser escritor. Nos meus romances, busco criar a tensão ao longo das páginas e apresentar um final surpreendente como o deste livro. É minha referência de narrativa perfeita.

SM – O que você está lendo agora?

RM – Horror em Dunwich, de H.P.Lovecraft; Salem, de Stephen King; algumas peças de Nelson Rodrigues; e relendo A outra volta do parafuso, de Henry James. Gosto de ler muita coisa ao mesmo tempo.

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