Os livros da vida de Sofia Silva

sofiaCom mais de um milhão de visualizações no Wattpad e mais de 700 mil leituras no Kindle Unlimited da Amazon, a jovem escritora portuguesa Sofia Silva vem lançar Sorrisos quebrados (Valentina) na Bienal do Livro Rio. Ela participa do evento neste sábado, às 11h, no Encontro com Autores, e depois autografa o livro na Praça Copacabana do Riocentro, das 15h às 18h. Nos dias 7 e 10, faz novas sessões de autógrafos no estande da editora, no pavilhão Azul, E18. O público paulista vai vê-la já nesta quarta-feira, na Saraiva do Shopping Center Norte (Travessa Casalbuono, 120), das 18h às 22h. O livro, que aborda temas como violência doméstica, depressão, deficiência física e abuso sexual, faz parte da série Quebrados, que reúne ainda outros três títulos. Corações quebrados será publicado pela Valentina em 2018. Aqui, Sofia fala sobre suas leituras favoritas.

SM – Qual o primeiro livro do qual você tem lembrança?

SS – A série Uma Aventura, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. Livros infantis sobre as aventuras de cinco jovens por diversos lugares. 

SM – Que livro mais marcou a sua vida?

SS – É complicado quando foram tantas as boas leituras, mas A lua de Joana, da Maria Teresa Maia Gonzalez, que retrata a vida de jovens e as consequências da toxicodependência, foi a minha primeira leitura de adolescente e o momento em que percebi o poder de uma história.

SM – O que você está lendo agora?

SS – Estou a reler Sozinhos na ilha, da autora Tracey Garvis-Graves.

capa300dpisFINALrelease

Anúncios

Morre Antonio Candido

Captura de Tela 2017-05-12 às 12.43.26O escritor e crítico literário Antonio Candido, 98 anos, morreu hoje no hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado. Em 2011, tive a oportunidade de vê-lo na Festa Literária Internacional de Paraty. Fez a conferência de abertura, em homenagem ao amigo Oswald de Andrade, e deu uma rara entrevista coletiva. O nome dele tinha sido sugerido na semana passada pelo acadêmico Marcos Vilaça, para concorrer à cadeira vaga na Academia Brasileira de Letras com a morte de Eduardo Portella. Ao tomar conhecimento da morte, o presidente da ABL, Domício Proença Filho, afirmou: “Perde  o Brasil um de seus maiores estudiosos de Literatura e de  cultura brasileiras, um dos maiores pensadores de Brasil”.