Prêmio Libre prorroga inscrições

Captura de Tela 2017-11-30 às 11.35.59Foram prorrogadas até o dia 16 de janeiro de 2018 as inscrições para o 1º Prêmio Libre pela Bibliodiversidade, que vai premiar um ensaio inédito sobre temas relativos à bibliodiversidade. O vencedor ganhará a publicação de um livro, com a impressão de 500 exemplares, que será lançado na Primavera Literária do Rio de Janeiro no ano que vem. A premiação é promovida pela Liga Brasileira de Editoras, com apoio da Aliança Internacional de Editores Independentes (AIEI) e patrocínio da Bibliomundi e da Meta Solutions. A inscrição, incluindo o envio do arquivo, será virtual e por cadastro na plataforma Bibliomundi, no link www.bibliodiversidade.bibliomundi.com. O edital pode ser acessado em http://libre.org.br/wp-content/uploads/2017/08/EDITAL-PREMIO-BIBLIODIVERSIDADE-retificado-1.pdf.

Anúncios

Inscrições para prêmio AEILIJ vão até o fim do ano

ilustracao-de-carla-pillaAutores de obras de literatura para crianças e jovens lançadas em 2016 e 2017 podem concorrer na primeira edição do Prêmio AEILIJ de Literatura Infantil e Juvenil, que busca dar visibilidade à produção intelectual e literária nacional e colaborar para a divulgação das obras de autores brasileiros de literatura infantil e juvenil. Associados que estiverem em dia com a anuidade estarão isentos da taxa de inscrição de R$ 60 por obra. Um corpo de jurados de notável conhecimento técnico-literário avaliará o melhor texto infantil, o melhor texto juvenil e o melhor conjunto de ilustrações. Os vencedores levam um troféu e um selo de excelência, que poderá ser aplicado no livro. Além disso, os associados votarão nos três premiados e o que tiver mais votos receberá também o selo de Livro do Ano da AEILIJ. As inscrições poderão ser feitas até 31 de dezembro e o resultado será divulgado no Dia do Livro Infantil, em 18 de abril de 2018. Baixe o edital em www.aeilij.org.br/_artigos/premio_aeilij_2017.doc

Biblioteca Nacional divulga os vencedores de seu prêmio literário

b64e3610-80cf-428c-88f0-55f5ccadafaaA Biblioteca Nacional anunciou na noite de ontem, em uma cerimônia, os vencedores da 24ª edição de seu prêmio literário, que concede R$ 30 mil a livros de nove categorias. Foram inscritas 890 obras. Confira os vencedores:

Conto: Ferrugem, de Marcelo Moutinho

Ensaio literário: Samuel Beckett e seus duplos: espelhos, abismos e outras vertigens literárias, de Cláudia Maria de Vasconcellos

Ensaio social: Intelectuais mediadores: práticas culturais e ação política, de Angela de Castro Gomes e Patricia Hansen

Literatura infantil: Drufs, de Eva Furnari

Literatura juvenil: Tempo justo, de João Anzanello Carrascoza

Poesia: A idolatria poética ou a febre de imagens, de Sérgio Medeiros

Projeto gráfico: Anri Sala: o momento presente, de Gabriela Marques de Castro, Gustavo Marchetti e Paulo André Chagas (Bloco Gráfico), livro organizado por Heloisa Spada

Romance: Descobri que estava morto, de J.P. Cuenca

Tradução: Jaqueta Branca ou O mundo em um navio de guerra, de Rogério Bettoni, do original de Herman Melville

Vendas de livros se mantêm em alta e criam boa expectativa para o encerramento de 2017

Captura de Tela 2017-11-28 às 11.00.33Números divulgados no 11º Painel das Vendas de Livros no Brasil de 2017, que apura as vendas das principais livrarias e supermercados no país, mostram que o crescimento observado ao longo do ano em relação ao período anterior se manteve. O faturamento do mercado livreiro de 9 de outubro a 5 de novembro deste ano, comparado com 10 de outubro a 6 de novembro do ano passado, teve aumento de 6,35%, enquanto as vendas em volume cresceram 4,47%. No acumulado de 2 de janeiro a 5 de novembro, quando comparado a 4 de janeiro a 6 de novembro de 2016, o desempenho apresenta crescimento de 5,89% em volume e de 6,63% em valor. A expectativa para os próximos levantamentos divulgados pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros, que têm como base o resultado da Nielsen BookScan Brasil, é ainda maior, porque incluem datas como Black Friday e Natal, responsáveis em 2016 por aproximadamente 20% do total das vendas de livros no varejo.

Ficção e realidade se misturam em narrativa crua sobre a vida na capital paulista

erika balbino - foto gal oppidoAutora do infantil Num tronco de iroko vi a iúna cantar, a escritora paulistana Erika Balbino estreia na literatura adulta com O osso: poder e permissão (Cosmos), um romance de ‘ficção-realidade’, que capta pontos da vida na metrópole por meio de personagens fictícios e outros que ela admira. Moradora desde a infância do Bosque da Saúde, bairro da Zona Sul de São Paulo, a autora aborda a sujeição produzida pela miséria – material e espiritual –, a redenção como projeto de uma vida outra –, a insurreição do grito de alerta, da insurgência. O lançamento será logo mais, às 19h, na Livraria Martins Fontes (Av. Paulista, 509 – São Paulo).

SM – São Paulo é pano de fundo para seu livro. Por outro lado, no prefácio o rapper GOG lembra o verso que escreveu, “periferia é periferia em qualquer lugar”. As histórias que você conta poderiam ter acontecido em outra cidade ou são emblemáticas da zona sul da capital paulista?

EB – Acredito que algumas delas poderiam acontecer em qualquer lugar. Digo isso, pois, nesse livro, a presença do Metropolitano é bem marcante. O encontro entre as pessoas, a dinâmica da utilização do transporte público aqui na cidade. Somente nessa perspectiva. No entanto, em outro local pode ser a praia como o encontro de personagens, pode ser a feira. O importante é esse corpo político que circula e faz escolhas mediante situações, de poder ou permissivas.

Capa aberta Osso - poder e permissão - Divulgação.jpgSM – O livro foi escrito em 2006. Por que só agora você resolveu publicar, depois de ter estreado como autora infantil?

EB – Porque quando ele ficou pronto tinha muita gente publicando coisa boa, filmes retratando a periferia estavam sendo produzidos. Muitos trabalhos relevantes em ação. Quando publiquei o infanto-juvenil, em 2015,  vi 3 mil exemplares vendidos e pensei que, talvez, esse livro tivesse uma chance. Mostrei para um editor e um amigo jornalista e, após alguns ajustes, muito mais referentes a datas, afinal havia se passado mais de dez anos, resolvi que era hora de publicar.

SM – O quanto tem de real nessa ficção e como foi o trabalho de mexer nessas lembranças e vivências? 

EB – Bastante. Muitas das histórias e personagens eu observei tomando o transporte público, em rodas de capoeira, em ambientes de samba e centros religiosos de matriz africana. São Paulo me fascina. Quando reli o trabalho, fiquei surpresa como certas situações não mudaram em dez anos. Só pioraram. Isso me causou um certo desconforto e a certeza de que era o momento de publicar.

Foto: Divulgação/ Gal Oppido

Lançamento narra nova guerra civil americana em 2074

Guerra americana_Capa SAÍDA CURVAS_171003Uma guerra americana (Harper Collins) se passa no ano de 2074, durante a segunda guerra civil nos Estados Unidos, detonada porque o governo federal decide banir o uso de combustíveis fósseis devido aos efeitos do aquecimento global. O conflito começa quando alguns estados do Sul decidem se separar em vez de aceitar a proibição. No livro, o autor, o premiado jornalista Omar El Akkad, usa elementos que já aconteceram em algum momento da história em algum lugar do mundo. “Minha única intenção era criar um cenário onde não é mais possível dizer: isso está acontecendo lá longe e nunca vai me afetar”, explicaA história é contada a partir da perspectiva de uma família, das emoções e das decisões desesperadas que as pessoas tomam quando a prioridade é sobreviver. A protagonista da trama é a menina Sarat Chestnut, que tem apenas seis anos quando o terror da guerra invade sua casa. El Akkad nasceu no Egito e cresceu no Catar, antes de se mudar para o Canadá. Foi jornalista no The Globe and Mail, onde recebeu o National Newspaper Award por seu trabalho de investigação. Vive nos EUA.

Vencedores do prêmio Sesc se reúnem para três sessões de autógrafos

image003A Record está lançando os dois livros vencedores do prêmio Sesc de Literatura de 2017: o romance Última hora, de José Almeida Júnior, e o livro de contos O abridor de latas, de João Meirelles Filho. Título do jornal comandado por Samuel Wainer, Última hora conta a história de um jornalista militante do Partido Comunista que acaba indo trabalhar no veículo que apoia Getúlio Vargas. Para abordar o dilema do protagonista, Almeida reconstrói os últimos meses do presidente no governo, antes do suicídio, e a briga entre Wainer e seu principal concorrente, Carlos Lacerda, dono da Tribuna da Imprensa. Natural de Mossoró, RN, José Almeida Júnior mora em Brasília, onde é defensor público.

image004O abridor de latas reúne oito histórias ambientadas na Amazônia Oriental, no Pará, no Maranhão e em Belém. Autor de livros de não-ficção sobre a floresta amazônica, nos contos Meirelles explora a Amazônia, o Cerrado, a Caatinga e o Pantanal por meio do linguajar caboclo, pelos saberes e fazeres locais e pelo contraste entre o urbano e o rural. Nascido em São Paulo, João Meirelles Filho trabalha há 20 anos no Instituto Peabiru, ONG que atua na área dos direitos sociais e ambientais. Os dois livros serão lançados nesta terça-feira no Sesc 24 de maio, em São Paulo. No dia 5 de dezembro, é a vez do Sesc Presidente Dutra, em Brasília. No dia 7, a sessão de autógrafos será em Belém, no Sesc Boulevard.